Brigitte Bardot, ícone do cinema e ativista animal, morre aos 91 anos
Símbolo sexual dos anos 1960, a atriz francesa dedicou sua vida posterior à defesa dos animais
A atriz francesa Brigitte Bardot, que se tornou o arquétipo do símbolo sexual nos anos 1960 e, posteriormente, uma fervorosa ativista pelos direitos dos animais, faleceu. Ela tinha 91 anos. A notícia de sua morte foi anunciada no último domingo.
Bardot definiu o padrão de beleza para uma geração com seu papel em “E Deus Criou a Mulher” (1956), no qual interpretou uma jovem sensual e autoconfiante. Sua imagem de atriz curvilínea, de expressão provocante e ar despreocupado, deu origem a uma era de intérpretes com características similares. Durante a década de 1970, seu rosto serviu de modelo para “Marianne”, a personificação feminina da República Francesa cujo perfil adorna selos e moedas do país.
Apesar do sucesso, Bardot abandonou a carreira cinematográfica aos 39 anos. Sua vida após as telas foi marcada por uma dedicação intensa ao ativismo em prol dos direitos animais, causa pela qual era conhecida mundialmente. Ao longo dos anos, ela também gerou polêmicas com declarações sobre diversos grupos sociais.
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