Autores de ataque em Bondi Beach atuaram sozinhos, afirma polícia australiana
Pai e filho inspirados pelo Estado Islâmico são acusados de matar 15 pessoas em celebração de Hanukkah
A polícia australiana afirmou nesta terça-feira que o pai e o filho acusados de um tiroteio em massa na praia de Bondi, em Sydney, “atuaram sozinhos” e não faziam parte de uma célula terrorista mais ampla. Sajid Akram e seu filho Naveed são acusados de matar 15 pessoas em um ataque inspirado pelo grupo Estado Islâmico, que visava uma celebração judaica de Hanukkah no dia 14 de dezembro.
Os suspeitos viajaram para o sul das Filipinas nas semanas que antecederam o ataque, o que alimentou suspeitas de que poderiam estar ligados a extremistas em uma região com histórico de insurgências islâmicas. As investigações, no entanto, concluíram que a dupla planejou e executou o ataque de forma independente.
As informações foram divulgadas após uma investigação aprofundada sobre as motivações e possíveis conexões dos atiradores. A cena do crime em Bondi Beach foi palco de homenagens com flores depositadas por moradores em memória das vítimas.
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