O ano de 2025, um dos mais quentes da história, foi marcado por tensões geopolíticas e eventos climáticos extremos.

O mundo dá adeus a 2025, um ano de Trump, tréguas e turbulência

Eventos geopolíticos e a crise climática definiram os últimos 12 meses, com celebrações de Ano Novo sob um tom reflexivo

Os festeiros da véspera de Ano Novo brindam ao fim de 2025 nesta quarta-feira, despedindo-se de doze meses repletos de tarifas comerciais impostas por Donald Trump, uma frágil trégua em Gaza e esperanças frustradas por paz na Ucrânia. O período foi um dos mais quentes já registrados, com calor sufocante alimentando incêndios florestais na Europa, secas na África e chuvas mortais no Sudeste Asiático.

Os preparativos para as festas ganharam um tom mais sóbrio em Sydney, na Austrália, cidade que se autointitula a “capital mundial do Ano Novo” e uma das primeiras grandes metrópoles a receber 2026. A despedida do ano ocorre sob o peso de um cenário internacional complexo e dos persistentes alertas ambientais.

O retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos marcou a agenda global com uma política externa agressiva e a imposição de barreiras tarifárias que tensionaram relações comerciais. No Oriente Médio, uma trégua na Faixa de Gaza ofereceu um breve respiro, mas sem avanços concretos para uma solução duradoura. Enquanto isso, o conflito na Ucrânia seguiu sem perspectivas de resolução, com tentativas de mediação internacional mostrando resultados limitados.

Paralelamente, a crise climática se intensificou. Dados preliminares confirmam que 2025 está entre os anos mais quentes da história, fenômeno que exacerbou desastres naturais em vários continentes. A comunidade científica global reforça o apelo por ações mais decisivas para conter o aquecimento do planeta.

Acompanhe mais atualizações no Japão em Pauta.