Trump ordena intervenção militar na Venezuela e captura de Nicolás Maduro
Anúncio marca uma ruptura com a agenda de ‘America First’ e promessas de evitar guerras no exterior
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado um ataque militar à Venezuela e a captura do presidente do país, Nicolás Maduro. A ação representa uma guinada drástica na política externa de um político que historicamente criticou intervenções estrangeiras e prometeu focar nos interesses internos americanos.
Em uma coletiva de imprensa, Trump delineou um plano que inclui a gestão temporária do país latino-americano pela administração dos EUA. O presidente americano deixou em aberto a possibilidade de mais ações militares, envolvimento contínuo na política e na indústria petrolífera venezuelana, e a possibilidade de manter tropas no terreno, algo que presidentes frequentemente evitam devido ao temor de reação política doméstica.
“Vamos administrar o país até que possamos fazer uma transição segura, adequada e judiciosa”, afirmou Trump. A notícia foi recebida com reações imediatas, como a de um manifestante em Miami visto usando um boné no estilo da campanha MAGA, mas com a frase “Make Venezuela Great Again”.
Analistas apontam que a decisão de buscar uma mudança de regime na Venezuela se afasta significativamente da agenda original do movimento MAGA, que pregava o não-intervencionismo e o foco em questões domésticas. A medida promete redefinir os contornos da política externa norte-americana e gerar repercussões geopolíticas em toda a região.
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