Falta de suporte a filhos de fiéis persiste no Japão após assassinato de Shinzo Abe
Especialista aponta necessidade de revisão de sistemas de apoio, com progresso lento em ações de conscientização
O resgate de pessoas prejudicadas pelas crenças religiosas de seus pais ainda é insuficiente no Japão, apesar do aumento da atenção pública sobre os chamados seguidores de segunda geração após o assassinato do ex-primeiro-ministro Shinzo Abe, em 2022. Um especialista enfatizou a importância de continuar revisando os sistemas de apoio a essas vítimas, diante de um progresso modesto nas atividades de auxílio e conscientização.
Em relação ao assassinato de julho de 2022, o perpetrador Tetsuya Yamagami, de 45 anos, teve como motivação sua crença de que Abe possuía ligações com o controverso grupo religioso Federação da Família para a Paz e Unificação Mundial, amplamente conhecido como Igreja da Unificação. A mãe de Yamagami, uma seguidora da Igreja da Unificação, fez grandes doações à organização, colocando sua família em uma situação financeira crítica.
Acompanhe mais atualizações no Japão em Pauta.






