Polêmica na seleção italiana de curling para os Jogos Olímpicos de Inverno
Escolha da filha do diretor técnico gera acusações de favoritismo e exclui atleta veterana
A seleção italiana feminina de curling para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, que serão realizados em Milão-Cortina, foi envolvida em uma controvérsia de favoritismo. A inclusão de Rebecca Mariani, filha de 19 anos do diretor técnico Marco Mariani, no time de cinco atletas provocou protestos e questionamentos sobre critérios de seleção.
A decisão resultou na exclusão da experiente Angela Romei, que fazia parte do grupo há vários anos. Romei reagiu com indignação à sua omissão, alimentando um debate público sobre transparência e possíveis conflitos de interesse no processo de escolha da equipe que representará o país em casa.
O caso levanta questões sobre a governança esportiva na Itália em um momento de grande visibilidade, com o país sediando o evento. Especialistas em ética esportiva questionam se a proximidade familiar pode ter influenciado a decisão final, enquanto a federação italiana de curling se prepara para dar explicações públicas.
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