Japão se firma como pilar de apoio à Ucrânia quatro anos após início da guerra
Enquanto o mundo marca o aniversário da invasão, o apoio japonês se destaca em meio a uma tragédia global
O mundo se prepara para marcar, em 24 de fevereiro, o quarto aniversário da invasão em larga escala da Rússia contra a Ucrânia. Um conflito que já dura longos quatro anos e resultou em uma estimativa somada de 1,8 milhão a 2 milhões de baixas militares, incluindo mortos, desaparecidos e feridos. As perdas humanas incluem aproximadamente 275 mil a 325 mil soldados russos mortos, entre 100 mil e 140 mil soldados ucranianos mortos e mais de 14 mil mortes civis ucranianas confirmadas.
Mais do que uma tragédia regional, a guerra na Ucrânia se configura como uma catástrofe de proporções globais. Países que condenam as ações militares russas impuseram e reforçaram sanções financeiras e econômicas contra Moscou. No entanto, o conflito perdura por mais tempo do que se supunha inicialmente, e a atenção internacional e os debates políticos se dispersaram para outras crises geopolíticas, inclusive na região do Indo-Pacífico.
Neste contexto, é necessário voltar os olhos para a realidade do compartilhamento de encargos entre as economias avançadas no apoio à Ucrânia, analisando quem contribuiu, de que forma e em que medida. O Japão emerge com um papel de destaque nesse cenário, posicionando-se como um dos principais apoiadores do país invadido por meio de assistência econômica e humanitária substancial.
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