Austrália prioriza minerais críticos em fundo estratégico de US$ 802 milhões
Anúncio ocorre em véspera de reunião de ministros do G7 sobre dependência de suprimentos da China
A Austrália anunciou nesta segunda-feira que dará prioridade ao antimônio, gálio e elementos de terras raras como parte de sua reserva estratégica de A$ 1,2 bilhão (equivalente a US$ 802 milhões). O anúncio foi feito enquanto o secretário do Tesouro australiano, Jim Chalmers, se prepara para participar de uma reunião do G7 dedicada a discutir o tema dos minerais críticos.
O encontro de ministros das Finanças das sete maiores economias avançadas do mundo acontecerá em Washington, conforme divulgado pelo secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent. A Austrália e várias outras nações participarão das discussões, que têm como pano de fundo a forte dependência da maioria dos membros do G7 em relação ao fornecimento chinês de terras raras.
O grupo, composto por Estados Unidos, Reino Unido, Japão, França, Alemanha, Itália e Canadá, com a participação da União Europeia, concordou em junho passado com um plano de ação para fortalecer suas cadeias de suprimento e impulsionar suas economias, buscando reduzir essa vulnerabilidade estratégica.
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