Parlamentar japonesa é a primeira a usar nova licença-maternidade da Câmara
Reforma parlamentar garante período de afastamento, mas receio de exposição ainda é barreira
A deputada Eri Igarashi, do Partido Democrático Constitucional do Japão (CDP), tornou-se a primeira membro da Câmara dos Representantes a usufruir da nova licença-maternidade estabelecida por uma recente reforma parlamentar. Ela deu à luz seu primeiro filho em outubro e ficou afastada por cerca de um mês.
O caso marca um precedente histórico, já que a câmara baixa do parlamento japonês aprovou a revisão de seus regulamentos internos para especificar um período de licença de “seis semanas antes e oito semanas após o parto”. A medida é parte de um esforço mais amplo de modernização das regras da Casa.
Contudo, o caminho até o afastamento não foi simples. Igarashi revelou que manteve sua gravidez em segredo das pessoas ao seu redor e trabalhou até o último momento possível antes do nascimento. A parlamentar admitiu que sentiu receio de tornar a situação pública, um reflexo dos desafios que persistem no ambiente político.
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