Visto trava ascensão de estudantes estrangeiros em lojas de conveniência no Japão
Mão de obra internacional é fundamental, mas status de residência impede cargos de liderança
Estudantes internacionais altamente motivados tornaram-se trabalhadores indispensáveis nas lojas de conveniência do Japão. No entanto, o sistema de status de residência do país permanece um obstáculo significativo, pois geralmente não lhes permite se tornarem funcionários em tempo integral e, consequentemente, assumirem cargos executivos, como o de gerente de loja.
Os estudantes, que muitas vezes buscam equilibrar os estudos com a necessidade de trabalho para custear a vida no país, encontram nas konbini uma fonte de renda flexível. Sua dedicação e habilidades linguísticas diversificadas são ativos valiosos para as redes que atendem tanto a população local quanto o fluxo crescente de turistas. Apesar de sua contribuição central para o dia a dia desses estabelecimentos, o arcabouço legal atual não oferece um caminho claro para que construam uma carreira de longo prazo no setor, limitando-os a funções de meio período ou temporárias.
A discussão sobre a revisão dessas regras ganha força em meio a uma escassez crônica de mão de obra no Japão. Especialistas apontam que a integração profissional mais profunda desses estudantes poderia aliviar pressões em setores essenciais da economia e da sociedade. Enquanto isso, muitos desses jovens profissionais veem seu potencial e ambições contidos pela estrutura regulatória, que não acompanha a realidade do mercado de trabalho.
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