Justiça condena Tsuguhiko Kadokawa a 2 anos e 6 meses de prisão por corrupção nos Jogos de Tóquio 2020.

Ex-presidente da Kadokawa recebe pena suspensa por suborno em contratos das Olimpíadas de Tóquio

Tsuguhiko Kadokawa, de 82 anos, foi condenado a dois anos e seis meses de prisão, com suspensão da pena por quatro anos, por crime de corrupção.

O ex-presidente do gigante editorial Kadokawa, Tsuguhiko Kadokawa, foi sentenciado nesta quinta-feira a dois anos e seis meses de prisão, com suspensão condicional da pena por quatro anos. A condenação foi por seu envolvimento em um esquema de suborno ligado a contratos de patrocínio para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio 2020.

O Tribunal Distrital de Tóquio considerou Kadokawa, de 82 anos, culpado de corromper um ex-alto funcionário do comitê organizador dos Jogos. O juiz presidente Yoshihisa Nakao, ao proferir a sentença, destacou a gravidade do crime, afirmando que ele “mina a confiança na integridade dos funcionários do comitê organizador e na execução justa dos Jogos, construída com os esforços de muitas pessoas”.

O caso é mais um desdobramento dos escândalos de corrupção que mancharam os Jogos de Tóquio 2020, envolvendo empresários e autoridades em esquemas de favorecimento em troca de contratos lucrativos. A sentença suspensa significa que Kadokawa não cumprirá a pena de prisão, a menos que cometa outro crime durante o período de quatro anos de liberdade condicional.

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