EUA destinam US$ 115 milhões para blindar Copa do Mundo de 2026 contra drones
Medida do Departamento de Segurança Interna visa proteger estádios e eventos do aniversário de 250 anos do país
O governo dos Estados Unidos anunciou um investimento de 115 milhões de dólares em medidas de defesa contra drones para reforçar a segurança ao redor dos locais que sediarão a Copa do Mundo da FIFA de 2026 e as celebrações do 250º aniversário do país. O anúncio foi feito pelo Departamento de Segurança Interna (DHS) na última segunda-feira, representando mais um passo dos governos no aprimoramento de defesas aéreas.
A Copa do Mundo da FIFA será um grande teste para o compromisso do presidente Donald Trump de manter os Estados Unidos seguros, com mais de um milhão de viajantes esperados para o torneio e bilhões assistindo às partidas do exterior. A ameaça de ataques com drones tornou-se uma preocupação crescente, especialmente após a guerra na Ucrânia demonstrar suas capacidades letais. Incidentes recentes envolvendo drones também têm preocupado aeroportos europeus e norte-americanos.
“Estamos entrando em uma nova era para defender nossa superioridade aérea e proteger nossas fronteiras e o interior dos Estados Unidos”, disse a secretária do DHS, Kristi Noem, em comunicado. Empresas de defesa estão desenvolvendo uma série de tecnologias para combater drones, incluindo software de rastreamento, lasers, micro-ondas e metralhadoras autônomas. O DHS não especificou quais tecnologias serão implantadas nos locais da Copa do Mundo.
O anúncio ocorre semanas após a Agência Federal de Gerenciamento de Emergências (FEMA), subordinada ao DHS, ter concedido 250 milhões de dólares a 11 estados que sediarão jogos da Copa do Mundo para a compra de tecnologias anti-drone. No verão passado, a governadora de Nova York, Kathy Hochul, do Partido Democrata, pediu a Trump, republicano, que ampliasse o apoio federal para a defesa contra ataques de drones.
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